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65 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA: O PRIMEIRO PASSO DO SOCIALISMO NA AMÉRICA

65 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA: O PRIMEIRO PASSO DO SOCIALISMO NA AMÉRICA

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   Cuba antes de 1959, era de fato uma colônia dos Estados Unidos (EUA), dirigida pelo ditador Fulgêncio Batista. Quem por lá viajasse identificaria a pobreza quase absoluta da maioria dos cubanos. A população rural vivia em choupanas sem o saneamento básico. Criaças subnutridas caminhavam de pés descalços e com doenças típicas dos países atrasados. Havia poucos médicos e escolas. As famílias que dependiam das colheitas sazonais do açúcar passavam, durante boa parte do ano, vivendo perto da inanição. Tudo isso era mantido por um forte aparato repressivo.

   Em 1 de janeiro de 1959, um levante popular dirigido pelas forças guerrilheiras do Movimento 26 de Julho tomou o poder e desencadeou um processo reformista anti-imperialista, antilatifundiário e democrático. Frente à resistência das classes dominantes e do imperialismo estadunidense, a liderança cubana afirma sua orientação socialista em abril de 1961. O que causou o ódio das classes dominantes latino-americanas e do sistema imperialista mundial.

   Hoje, apesar de erros e limites da direção revolucionária, Cuba é um lugar muito diferente dos tempos da ditadura de Batista. A Revolução Cubana trouxe escolas, saneamento, empregos, moradia, reforma agrária, sistema de saúde e diversos serviços sociais inexistentes na maioria dos países do mundo. Caiu o índice de mortalidade infantil, a expectativa de vida aumentou. Doenças comuns em vários países como varíola, malária, tuberculose, tifo, entre outras, foram erradicas pelo forte sistema de saúde pública cubana. O nível de alfabetização cubano é mais elevado do que nos EUA.

   Cuba é conhecida pelo seu internacionalismo. Cuba exporta médicos, profissionais e trabalhadores para dezena de países do chamado Terceiro Mundo. Há, também, muitos alunos de vários países com bolsa, estudando no sistema educacional cubano. O país possui alto índice per capita (relação profissional/habitante) em número de médicos, instrutores de arte e professores de esportes.

   Agora, com os exemplos citados, podemos perceber que o imperialismo e os setores reacionários atacam Cuba não pela “falta de democracia”. Pois, é típico do imperialismo apoiar ditaduras na maioria dos países atrasados que rezam na cartilha do capital financeiro. Então, as críticas dos grandes meios de comunicação, dos movimentos de direita e de diversos aparatos ideológicos capitalistas, na verdade, criticam Cuba pela falta de liberdade de mercado, liberdade para explorar, liberdade para uma minoria explorar a maioria da população. Isto é, liberdade para produzir miséria e saquear as riquezas do país.

   Para os trabalhadores, para as forças populares e para os movimentos democráticos, defender Cuba contra o cerco imperialista é defender a soberania nacional e as conquistas da revolução.

   Cuba traz uma lição importante para o Brasil: os trabalhadores devem tomar o poder político e expropriar as grandes empresas/imperialismo, socializando os meios de produção que estão concentrados nas mãos de uma minoria.

VIVA OS 65 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA!

DEFENDER CUBA CONTRA O CERCO IMPERIALISTA!

POR UMA AMÉRICA SOCIALISTA!

 

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